AGENTES: são os fatores que agem na origem das doenças. Os agentes (ou patógenos) são os causadores das doenças. O agente pode ser não só um micro organismo, mas um poluente químico, um gene ou outros que possam levar ao agravo à saúde.
INFECTIVIDADE: é a capacidade de certos organismos (agentes infecciosos) penetrarem, desenvolver-se e/ou se multiplicarem em outro organismo (hospedeiro) ocasionando uma infecção.
PATOGENICIDADE: é a capacidade do agente infeccioso, uma vez instalado produzir sinais e sintomas.
VIRULÊNCIA: é a capacidade de o agente infeccioso produzir efeitos graves ou fatais; relaciona-se à capacidade de produzir toxinas e de multiplicar-se.
AGRAVO À SAÚDE: mal ou prejuízo à saúde de um ou mais indivíduos, de uma coletividade ou população.
CASO: é uma pessoa ou animal infectado ou doente que apresenta características clínicas, laboratoriais e epidemiológicas específicas de uma doença ou agravo.
CASO SUSPEITO: é a pessoa cuja história clínica, sintomas e possível exposição a uma fonte de infecção sugerem que o individuo possa estar ou vir a desenvolver alguma doença infecciosa.
COEFICIENTE: é a relação entre o número de casos de um evento e uma determinada população, num dado local e época.
CONTAMINAÇÃO: é a presença do agente infeccioso ou fator de risco.
DADO: é uma descrição limitada da realidade (Moraes 1994), não chega a ser uma informação fidedigna.
DOENÇA ou ENFERMIDADE: Falta ou perturbação da Saúde, moléstia, mal, enfermidade.
EXPOSIÇÃO AGUDA: Contato de um ou vários indivíduos rápida e intensamente a determinado agente infeccioso ou a vários Fatores de Risco.
EXPOSIÇÃO INTERMITENTE: Contato que vai e volta, ocorre periodicamente, em pulsos no tempo.
EXPOSIÇÃO REITERADA: Contato que ocorre repetidamente, de forma sistemática ou contínua.
EXPOSIÇÃO MÚLTIPLA: Contato com vários fatores, exposição concomitante ou próxima de vários fatores/agentes causadores de agravos à saúde (fala-se geralmente de riscos ocupacionais).